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domingo, 10 de setembro de 2017

Há 40 anos, a França utilizou a guilhotina pela última vez.




Foi na prisão Baumetes, em Marselha, na França, que a guilhotina foi usada pela última vez. O imigrante tunisiano Hamida Djandoubi foi condenado por tortura seguida de assassinato de sua ex-namorada, Elisabeth Bousquet, de 21 anos. Após ter perdido o seu último recurso, foi guilhotinado no alvorecer do dia 10 de setembro de 1977.

Hamida Djandoubi


A guilhotina ganhou fama com a Revolução Francesa, quando o físico e revolucionário Joseph-Ignace Guillotin conseguiu aprovar uma lei exigindo que todas as sentenças de morte fossem realizadas por "meio de uma máquina". Máquinas de decapitação já haviam sido usadas na Irlanda e na Inglaterra e Guillotin e seus seguidores acreditavam que este aparelho proporcionaria uma morte mais "humana" do que outras técnicas como enforcamento e fuzilamento. A máquina de decapitação francesa foi construída e testada em cadáveres no dia 25 de abril de 1792. Um assaltante de estradas foi a primeira pessoa a ser executada na França revolucionária por este método.

 O aparelho logo ficou conhecido como guilhotina por conta do seu incentivador e mais de 10 mil pessoas foram decapitadas durante a Revolução, incluindo o rei Luís XVI e Maria Antonieta, que eram, respectivamente, rei e rainha da França.

 O uso da guilhotina continuou na França ao longo dos séculos 19 e 20, até sua última execução em 1977. Em setembro de 1981, a França proibiu a pena de morte, abandonando assim a guilhotina para sempre. Há um museu dedicado à guilhotina em Liden, na Suécia.

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