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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

"60 anos da morte de José Lins do Rego"


No dia 12 de setembro de 1957, José Lins do Rego, pioneiro do romance social nordestino, morre aos 56 anos. Lins do Rego foi advogado, jornalista, romancista, cronista e memorialista. Ele nasceu no Engenho Corredor, em Pilar, na Paraíba, em 3 de julho de 1901. Entre suas obras, destacam-se Menino de engenho e Riacho Doce.

José Lins do Rego Cavalcanti era filho de fazendeiros. Com a morte da mãe, passou a ser criado pelo avô, num engenho de açúcar. Aos oito anos ingressou no Internato Nossa Senhora do Carmo, onde estudou durante três anos. Em 1912 passou a estudar em João Pessoa. Três anos depois mudou-se para o Recife, onde concluiu seus estudos secundários.

Em 1919 ingressou na faculdade de direito do Recife. No ano seguinte, passou a escrever uma coluna literária para o jornal "Diário do Estado da Paraíba".

Em 1932, José Lins do Rego publicou seu primeiro livro, "Menino de Engenho". Custeado com seus próprios recursos, o livro recebeu críticas favoráveis e tornou-se um grande sucesso. No ano seguinte, publicou um segundo romance, "Doidinho". Passou a publicar um romance por ano: em 1934, "Bangüê"; em 1935, "O Moleque Ricardo"; em 1936, "Usina"; em 1937, "Pureza"; em 1938, "Pedra Bonita"; e em 1939, "Riacho Doce".



Em 1936, publicou seu único livro infantil, "Histórias da Velha Totonha", em edição ilustrada pelo artista plástico Santa Rosa. A partir de então, passou a se destacar também como cronista. O livro que é considerado sua obra-prima, o romance "Fogo Morto", saiu em 1942. O autor consagrou-se como mestre do regionalismo. Seu último romance, "Cangaceiros", foi publicado em 1953.



Três anos mais tarde, José Lins do Rego tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras. A obra de José Lins do Rego, bastante conhecida, foi adaptada para o teatro, o cinema e televisão. Em 1956 Lins do Rego publicou "Meus Verdes Anos", um livro de memórias. No ano seguinte morreu de um problema hepático, aos 56 anos, no Rio de Janeiro.


* Fonte: educacao.uol.com.br

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