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terça-feira, 28 de março de 2017

Alunos da rede municipal de São Domingos fazem campanha em prol do CECOL.



Uma campanha de doação de alimentos e produtos de limpeza em prol do Centro de Convivência da Terceira Idade "Odilon Lopes" (CECOL) está sendo realizada pelos alunos do 9 Ano da Escola Municipal “Maria Marques de Assis”- São Domingos.  A campanha é uma das ações do projeto Eu, cidadão. A atividade está sendo coordenada pela professora Ma Iskaime .

As doações podem ser feitas na Escola Municipal “Maria Marques de Assis” ou procurar algum aluno do 9 ano da referida escola.

O CECOL é uma instituição sem fins lucrativos , caracterizada como filantrópica,  sendo mantida pelos benefícios de seus internos, doações e ajuda do governo municipal, contando atualmente com 12 pessoas idosas. O CECOL fica localizado no município de Pombal, na rua Odilon Lopes S/N.


Salvador, primeira capital do país, completa 468 anos.


Hoje  dia 29, Salvador completa 468 anos. Na mesma data, no ano de 1549, Tomé de Sousa, nomeado governador-geral do Brasil, e sua comitiva aportaram nas terras soteropolitanas com a missão de fundar uma cidade fortaleza e a primeira metrópole portuguesa na América, a mandos do então rei de Portugal, D. João III. O nome dado à capital baiana, em sua fundação, foi Cidade do São Salvador da Baía de Todos os Santos.


Tomé de Sousa 


A partir do século XVI, a capital baiana se tornou o maior porto para a chegada de escravos africanos no Brasil. As consequências da grande quantidade de africanos na cidade, podem ser vistas, até hoje, no hábitos, costumes e tradições do soteropolitano.

Salvador foi capital brasileira por 214 anos, entre 1549 e 1763. Sua escolha foi determinada pela posição estratégica que a Baía de Todos os Santos representava para os navegadores portugueses, já que por ali escoava a maior parte do pau-brasil extraído.



A polêmica em torno da data de sua fundação.

Nem sempre foi pacífica a aceitação de 29 de março como data de referência da fundação da Cidade do Salvador que os baianos insistem em chamar de Salvador subvertendo a invocação original. Desde o século XIX os historiadores já divergiam quanto à efeméride e o motivo era a falta de uma prova documental em torno de um ato solene de fundação, uma festa, um evento com participação das autoridades e seus habitantes. Nenhum indício nesse sentido foi encontrado até hoje, mas desde 1952 por ato oficial da Prefeitura a data de 29 de março foi referendada, melhor assim.



O assunto sempre se revelou polêmico, mas foi a partir de 1945 quando o então Prefeito Elísio Lisboa decretou 1° de maio como feriado municipal, em função da data de fundação da cidade proposta por respeitáveis intelectuais baianos, que o tema começou a ser discutido com maior apuro. Então, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia nomeou uma comissão para debater o assunto e elaborar um parecer final.


Durante quatro anos a comissão produziu provas, levantou documentos, sugerindo a data de 29 de março como a melhor alternativa, apresentando as suas conclusões no I Congresso de História da Bahia, realizado durante as comemorações dos 400 anos de fundação de Salvador. Segundo o relator 29 de março, data de chegada e desembarque da esquadra de Thomé de Souza, seria a mais apropriada.


                       Parabéns Salvador pelos 468 anos de história.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Arqueólogos egípcios encontram estátua gigante de faraó Ramsés II no Cairo .


Arqueólogos egípcios anunciaram, dia 10 de março, terem encontrado uma estátua gigante de oito metros do faraó Ramsés II em um bairro popular do Cairo. Junto a esta estátua, foi encontrada outra, de um metro, do rei Seti II. As duas estátuas pertencem a 19ª dinastina, de acordo com o Ministério das Antiguidades do Egito, e foram encontradas durante uma missão de arqueologia de especialistas alemães e egípcios na antiga cidade de Heliópolis, que hoje é um bairro do Cairo.

O fato já é considerado uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história, e ajuda a recontar antigas mitologias, podendo significar uma nova página para o país, seu turismo e sua economia.


A estátua foi encontrada perto das ruínas do templo de Ramsés II, na antiga cidade de Heliópolis, localizada na parte este do Cairo. O faraó, também conhecido por Ozymandias ou Ramsés O Grande, governou durante 66 anos, de 1278 AC até 1213 AC, diz o The Guardian.

O pedaço da estátua descoberto consiste em um busto e uma parte da cabeça de Ramsés II, feito em quartzito, com oito metros de extensão. Junto da representação do faraó, foram encontrados também a parte de cima de uma estátua menor do faraó Seti II (neto de Ramsés II), partes de um obelisco coberto de inscrições em hieróglifos, além das colunas e do piso de um templo.



Considerado por muitos especialistas como o maior faraó a ter governado o império egípcio, Ramsés II acreditava que o mundo havia tido início em Heliópolis – onde hoje, em uma triste ironia, se localiza a favela de Mataryia. A descoberta sugere que havia, no local, um templo para Ramsés II.

A restauração nos artefatos já começou, para que possam estar expostos no Grand Egyptian Museum, museu que será inaugurado em 2018.

De um passado pleno em riquezas e histórias, o Egito hoje se encontra afundado em uma profunda crise econômica e social. A recém descoberta pode ajudar a reiniciar a indústria do turismo no país, intensamente abalada nos últimos anos pela instabilidade política e os ataques terroristas ocorridos no país.



© fotos: Mohamed Abd El Ghany / Reuter




terça-feira, 21 de março de 2017

21 de março - Dia Internacional de Síndrome de Down.


Nesta terça-feira, dia 21 de março, o Projeto Eu cidadão abordou como temática o Dia Internacional da Síndrome de Down.  Na oportunidade, os alunos do 8 Ano da Escola Municipal “Maria Marques de Assis”,  tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o universo de pessoas com síndrome de down.

O dia Internacional de Síndrome de Down foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 com o objetivo de dar ampla visibilidade aos direitos dessas pessoas, contribuindo para melhor informar a sociedade e combater o preconceito que atinge fortemente esse segmento da população.


A Síndrome de Down é definida por uma alteração genética caracterizada pela presença de um terceiro cromossomo de número 21, o que também é chamado de trissomia do 21.


É importante destacar que a Síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição da pessoa dentro da diversidade humana. Enquanto pessoas com deficiência, elas têm seus direitos assegurados pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, ratificada pelo Brasil com força constitucional.



As pessoas com Síndrome de Down têm dado lições ao mundo de que os limites e barreiras estão na sociedade. Elas hoje estão nos bancos escolares, em postos de trabalho, nas universidades, são atores, repórteres, vendedores, fotógrafos, dentre tantas outras profissões, ocupando um lugar próprio e digno na sociedade.


sexta-feira, 17 de março de 2017

Alunos da Escola “Maria Marques de Assis” levam alegria para idosos do CECOL - Pombal.

Encontro & diálogo é uma das ações do projeto “Eu, cidadão”, idealizado pela Profª Ma Iskaime Sousa.



Na quinta-feira, dia 16, os estudantes do 9 ano da E.M.E.F. “ Maria Marques de Assis”, localizada no município de São Domingos  fizeram a alegria dos idosos no Centro de Convivência da Terceira Idade "Odilon Lopes"-CECOL  em Pombal.  Por meio do projeto “Eu, cidadão”, que tem como proposta ensinar conceitos de cidadania além de resgatar os laços de amizade, os jovens puderam dialogar e conhecer um pouco da história e o modo de vida de cada um deles no CECOL.




Na oportunidade, os idosos foram cercados de atenção e carinho e puderam usufruir uma diferenciada que contribuíam para elevar a autoestima dos internos. Adolescentes, professores e idosos se divertiram e se emocionaram. Foi uma tarde rica e de grande aprendizado. Os adolescentes  puderam conhecer as condições sociais dos idosos na instituição e participaram de ações que promovem a valorização do ser humano, bem como desenvolvem atitudes que visam ao bem-estar coletivo; solidariedade e à construção da cidadania.







quinta-feira, 9 de março de 2017

Violência doméstica foi tema de projeto na Escola "Maria Marques de Assis"



No Dia (08) Internacional da Mulher foi realizado a primeira etapa do Projeto Eu, cidadão! Os temas para estudos e reflexões foram a igualdade de gênero e violência doméstica. As temáticas foram trabalhadas com os estudantes do 9 Ano na disciplina de História, da Escola Municipal “Maria Marques de Assis”- São Domingos-PB.



O objetivo foi chamar a atenção dos alunos para a violência que ainda acomete muitas mulheres no país e quais as formas para combater esse mal. A violência doméstica é um tema bastante atualizado e instigante que atinge milhares de mulheres e crianças, adolescentes e idosos em todo o mundo, decorrente da desigualdade nas relações de poder entre homens e mulheres, assim como, a discriminação de gênero ainda presente tanto na sociedade como na família.

Foi elaborado um mapa conceitual com estatísticas e dados alarmantes sobre o aumento da violência domestica no Brasil.


No segundo momento, foi exibido uma reportagem do STF cidadão sobre a vida de Maria da Penha e a luta para o governo brasileiro reconhecer  a violência doméstica como crime. A Lei n. 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006, passou a ser chamada Lei Maria da Penha em homenagem à mulher cujo marido tentou matá-la duas vezes e que desde então se dedica à causa do combate à violência contra as mulheres.





No terceiro momento, os alunos foram distribuídos em 6 equipes para estudos de casos de violência doméstica. Com a atividade os alunos perceberam  que a violência doméstica não é marcada apenas pela violência física, mas também pela violência psicológica, sexual, patrimonial, moral dentre outras, que em nosso país atinge grande número de mulheres, as quais vivem estes tipos de agressões no âmbito familiar, ou seja, a casa, espaço da família, onde deveria ser “o porto seguro” considerado como lugar de proteção, passa a ser um local de risco para mulheres e crianças.



As 6 história foram as seguintes:

 HISTÓRIA 1    
Maria é uma mulher casada mãe de dois filhos, e como a maioria das mulheres trabalha fora, e quando chega em casa ainda tem de cuidar da casa e dos filhos. Seu casamento era estável, mas há cerca de uns meses passou a ter problemas, pois o esposo está muito nervoso é agressivo .

Tudo começou quando ela chegou mais tarde em casa em vista da greve de ônibus de sua cidade. No entanto, seu esposo, desconfiado, implicou com isso e começou a gritar com ela. No meio da discussão ele a agrediu, jogou-a no chão e a surrou. Desde então diz que homem que é macho cuida do que tem, e a cobra quando o serviço doméstico não o satisfaz. Maria está assustada diante da situação, pois ele está cada vez mais rude, sendo que as agressões tornaram-se a repetir. Ela não sabe o que fazer, pois não quer nunca se separar do marido, sobretudo, porque pensa nos filhos.

HISTÓRIA 2

Susana tem um filho de 11 anos, Henrique, que é muito criativo e cheio de energia. Entretanto, ele está sempre tendo problemas na escola por uma coisa ou outra. O marido de Susana, João, geralmente a culpa pelo mau comportamento do filho, dizendo que ela gasta muito tempo em seu trabalho, quando deveria estar em casa, cuidando de Henrique. Um dia, Susana e seu marido entraram em uma discussão e ele bateu nela. Machucada e nervosa, Susana deu uns tapas em Henrique, dizendo que ele era um filho ingrato que só lhe trazia problemas.

HISTÓRIA 3

Maria namora Ricardo há poucos meses. Recentemente, Ricardo começou a questionar o seu comportamento. Ele sempre pergunta a Maria com quem ela conversa na aula, por que ela não estava em casa quando ele ligou e por que ela passa parte do seu dia conversando com suas amigas, quando poderia estar com ele. Maria tenta não dar muita atenção a estes comentários, mas ultimamente Ricardo tem falado de forma rude e muito nervoso. Tem xingado e gritado com ela nos corredores da escola e depois pede desculpas. Na noite passada, ele bateu nela. Ele diz que está chateado porque ele a ama, mas ela “o deixa louco” de ciúmes.

HISTÓRIA 4

Fernanda mal tinha começado o Ensino Médio quando conheceu João. Ele era diferente dos outros caras que ela já tinha conhecido. Foi o primeiro amor da vida dela e ela queria passar todo seu tempo livre com ele. Parou de sair com suas amigas e as suas notas caíram. Ela estava mentindo constantemente para seus pais sobre com quem estava e, por isso, não poderia vê-lo o tempo todo. Ele era muito ciumento e Fernanda não poderia ter nenhum amigo homem sem que ele ficasse com raiva. Depois de saírem por dois meses, eles começaram a brigar muito porque ela não queria transar com ele. Um dia eles tiveram uma briga feia e ele bateu nela.


HISTÓRIA 5

Ana tem 21 anos de idade e mora numa cidade turística. No ano passado, ela conheceu um estrangeiro, banqueiro, com quem começou a namorar. Ela não contou sobre o namoro para sua família. Apesar de ser mais velho, ela gostava de sair com ele, especialmente quando ele levava para restaurantes caros e boates chiques. No fim de sua viagem, ele a convenceu a acompanhá-lo a seu país de origem. Ele prometeu que seria fácil conseguir um emprego, e Ana aceitou o convite. Depois de chegar lá, ele imediatamente pegou seu passaporte e mostrou-se extremamente controlador, e às vezes fisicamente agressivo. Ela também descobriu que ele não era banqueiro e que não tinha muito dinheiro. Ana se sentiu muito isolada, sem amigos ou família e sem conhecer a língua local. Ele a pressionou para trabalhar como stripper, um trabalho duro, e que incluía ofertas diárias para se prostituir.   

HISTÓRIA 6

Joana têm 39 anos e é casada há 17 anos com um homem de 51 anos. Seu esposo controla aonde ela vai, com quem fala, e o que fala. Em vista do ciúme, ele já a agrediu várias vezes, sendo que já agrediu também a filha mais velha que foi defender a mãe.

Joana não sabe o que fazer, pois depende financeiramente do marido. Ela teme o deixar e os filhos passarem necessidade. Ela está em dúvidas de que providências tomar para amenizar esta situação.

Pontos para a discussão:  

1) Descrever uma definição de violência, refletindo sobre o que isto significa para o grupo.

2) Apontar as ações e/ou atitudes discriminatórias, bem como as consequências desvantajosas para o discriminado para cada uma das histórias propostas.

3) Identificar decisões e/ou soluções para o caso. 

4) Alguma pessoa, seja homem ou mulher, “merece” apanhar ou sofrer algum tipo de violência? Por quê?

5)Quais os diferentes tipos de violência apontados nas histórias?

6) Introduza a ideia (a partir das definições levantadas pelo grupo) de que os atos de violência podem ser divididos em três categorias: física, emocional/ psicológica e sexual. Dessa forma, solicite que os grupos façam essas associações com as respectivas histórias apresentadas.

7)Existem violências que estão relacionadas ao sexo da pessoa? Qual o tipo de violência mais comum praticada contra as mulheres?

8)O que você aprendeu com esta atividade? Você aprendeu alguma coisa que poderia ser aplicada em sua própria vida ou relacionamentos?  

Os resultados dos estudos de caso serão apresentados e debatidos no na próxima semana.

Quero agradecer a todos os alunos pela atenção e empenho pelo trabalho e questionamentos apresentados.