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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Os alunos do 6º ano realizaram uma atividade de reconhecimento das fontes históricas em sala de aula.




Os alunos do 6º ano A e B da Escola Municipal “Maria Marques de Assis” realizaram hoje (20) na disciplina de História uma atividade de reconhecimento das fontes históricas presentes em nosso meio.Eles trouxeram para sala de aula objetos "antigos" que pertencem à família deles.

A aula teve como objetivo relacionar os objetos da família com a história dela, fazendo com que os alunos entendessem a função da História: conhecer o passado para entender o presente e transformar o futuro.


Os alunos foram orientados e acompanhados pelos professores Tarcivan e Jerferson ( disciplina História), onde ressaltaram que as fontes históricas são de fundamental importância para a construção da escrita da história e que é de extrema relevância preservá-las .

A atividade trabalhou o conceito de Fonte Histórica através de objetos que de alguma forma constituíram a história familiar de cada aluno. O trabalho tornou-se mais significativo na medida em que eles investigaram e descobriram que as fontes históricas fazem parte da sua própria história.








sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

450 anos de Galileu Galilei.




          Galileu Galilei mudou a ciência, desafiou líderes poderosos e teve ideias geniais ainda no século 16. Dia 15 de fevereiro comemora-se os 450 anos de seu nascimento, mas você conhece realmente a história dele?
          Filho de um matemático, Galileu nasceu em Pisa, na Itália, e sempre gostou de questionar. A Galileu são atribuídas algumas das mais importantes descobertas e invenções da astronomia e da física da primeira metade do século XVII: a luneta astronômica, o enorme número de estrelas, os satélites de Júpiter, as fases de Vênus, as manchas solares. Ele teria ainda descoberto a “lei” da queda dos corpos e também aquela do lançamento de projéteis. Sua defesa entusiasmada das teses de Nicolau Copérnico – entre as quais a de que a Terra é que gira em torno do Sol (heliocentrismo), e não o contrário – lhe valeu um processo no Tribunal da Inquisição. Condenado ao silêncio e ao recolhimento, ele teria passado os derradeiros anos de sua vida vigiado em uma residência, sem poder publicar livremente os resultados de seus últimos trabalhos.

          Só até 31 de outubro de 1992, 350 anos após sua morte, a igreja católica reconhecer os erros cometidos durante o julgamento pelo cientista tribunal eclesiástico, declarou o caso encerrado, mas admitiu que a igreja errou ao condenar Galileu por heresia por causa de sua crença de que a Terra gira em torno do sol.




quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

I Formação continuada com os professores e técnicos pedagógicos da Rede Municipal de Cajazeirinhas-PB.



     A Secretaria de Educação promoveu uma formação continuada para os professores da rede municipal de ensino. A capacitação aconteceu nos dias 11,12 e 13 de fevereiro na creche Municipal Reino da Felicidade “Mãe Lindalva”.

      A abertura do evento foi realizada pelo secretário de educação, Rodolfo Trigueiro de Almeida, desejando as boas vindas a todos e frisou a importância da realização destes momentos para o aperfeiçoamento dos professores e, com isso a melhoria da qualidade da educação do município. Em seguida aconteceu um momento de oração e reflexão através de canções interpretada por Maria do Socorro e Everaldo Ismael no violão. Na oportunidade foram entregue os materiais de apoio aos profissionais de educação e o calendário escolar do ano letivo de 2014.




      A formação continuada foram realizadas pelas educadoras da EDUCA Assessoria, onde expuseram os seguintes temas:

Dia 11/02 

Manhã

·        Apresentação do sistema de informação diagnóstica que será implantada nas escolas da Rede municipal de Cajazeirinhas-PB ( Profª Kilmara);


O sistema contará com as seguintes serviços:

·        Cadastro de funcionários e estudantes
·        Controle de matrícula e ponto
·        Emissão de relatório ( necessidades especiais)
·        Operador Master
·        Backup diário


·        Palestra: 
        
     Professor motivado: aluno entusiasmado. (Profª Kilmara);

Tarde

·        Apresentação do projeto Político Pedagógico: “Rumo e concepção, construção e/ou reconstrução”. (Profª Roseane);

·        Oficina: Estudo abordagem e discussão sobre o Projeto político e pedagógico.( Profª Roseane).




Dia 12/02

Manhã

·        Avaliação da aprendizagem: um contexto das práticas avaliativas, nas perspectiva de resultados. ( Profª Denise);

·        Oficina: Avaliação de aprendizagem: uma avaliação dialética na construção do sucesso escolar, a luz dos resultados de aprovação e reprovação no ano letivo de 2013 nas escolas municipais. ( Profª Denise).

Tarde

·        Oficina: Análise, discussão, e socialização das conclusões sobre situações problemas sobre avaliação. ( Profº Denise).



Dia 13

Manhã

·        Palestra sobre o Programa Saúde na escola . A apresentação foi realizada pela Secretária de Saúde, Sancha Luiza, e pela Coordenadora do programa Cristiane.
·        Apresentação da equipe do NASF do município de Cajazeirinhas.



Tarde

·        Realização do planejamento pedagógico e apresentação do calendário escola para o ano letivo de 2014.

A formação contou com a presença de mais de 50 professores, além de supervisores, orientadora, diretores e técnicos da secretaria de educação.






terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

85 anos da assinatura do Tratado de Latrão.

       O ditador italiano Benito Mussolini assinou um tratado com a Igreja Católica, selando a paz entre o Estado Italiano e a Santa Sé.




       O Tratado de Latrão, lavrado entre o então Reino da Itália e a Santa Sé, é ratificado em 7 de junho de 1929, dando fim à chamada "Fronteira Ferroviária". Os pactos consistiam em três documentos que reconhecem: total da soberania da Santa Sé no Estado do Vaticano; a predominância da religião católica no Estado italiano; convenção financeira acordando a liquidação definitiva das reivindicações da Santa Sé por suas perdas territoriais e de propriedade.

       Os acordos haviam sido assinados no palácio de Latrão em 11 de fevereiro de 1929, entre o Estado italiano, representado por Benito Mussolini, e a Santa Sé, representada pelo cardeal Gasparri, secretário de Estado do papa Pio XI. Os documentos regularam a "questão romana" que envenenava as relações entre o papado e o Estado unitário italiano, depois que este tinha anexado Roma em 2 de outubro de 1870, pondo fim à existência milenar de Estados Pontificados.



       O papado, que dispunha já de uma soberania internacional reconhecida, reforça sua posição com a obtenção de um base territorial: é a criação do Estado do Vaticano, reduzido a um bairro encravado em Roma. As relações entre a Santa Sé e o Estado italiano, por outra parte, foram normalizadas por uma concordata que conferia ao catolicismo um estatuto de religião de Estado na Itália, autorizava o ensino religioso nas escolas e proibia o divórcio. Em contrapartida, Mussolini obtinha o reconhecimento pelo papado do Estado unitário italiano e, mais amplamente, o apoio dos católicos italianos. Este acordo constituiu um dos maiores êxitos do regime fascista em seu apogeu. De seu lado, o papa Pio XI via nos acordos a restauração da Itália a Deus e de Deus à Itália.


       O papa é reconhecido com o chefe de Estado temporal do Vaticano com todos os poderes, legislativo, executivo e judiciário. O governo efetivo é delegado a um governador-geral. Em caso de vacância, o poder passa ao Sagrado Colégio de Cardeais.


       O novo território pontifical mede 44 hectares. Trata-se essencialmente da Praça de São Pedro, da basílica homônima, do Palácio do Vaticano e dos jardins circundantes. O conjunto é cercado por uma fronteira fixada por ocasião dos acordos, constituída por muros com cinco pontos de acesso. Somente a Praça de São Pedro e a basílica são livremente acessíveis. Mussolini tinha proposto incluir outros edifícios no novo Estado, porém Pio XI recusou, afirmando: "Ficará claro para todos, esperamos, que o Soberano Pontífice só dispõe na verdade dessa porção de território indispensável para o exercício de um poder espiritual confiado aos homens para o benefício dos homens."


Fonte: Operamundi-UOL

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fraude na morte de Santos Dumont.


        O laudo necrológico do “pai da aviação” é uma mentira histórica. Ele jamais teve um “colapso cardíaco”. Na verdade, se enforcou no banheiro de um hotel no Guarujá (SP)


          A morte do genial Alberto Santos Dumont foi por décadas edulcorada e relacionada a seu desgosto pelo uso de aviões para fins militares. Nos anos 60 e 70, professores nem mesmo falavam a palavra “suicídio” em sala de aula. Tudo para que o fim de um dos poucos heróis nacionais, capaz de inspirar os pequenos e motivar os adultos, fosse digno de sua biografia. A dar guarida oficial às versões “moralmente elevadas” do desaparecimento do aviador havia um laudo necrológico, assinado pelo legista Roberto Catunda, que indicava morte por “colapso cardíaco”. Uma fraude.


          Santos Dumont morreu em 23 de julho de 1932, no banheiro do Grand Hôtel de La Plage, na cidade balneária de Guarujá (SP). Há controvérsias sobre o material utilizado como corda: o cinto do roupão ou uma gravata. Tinha apenas 59 anos. Muitos pesquisadores se debruçaram sobre esse episódio, ainda hoje mal explicado. Só o que se tem é de certeza é que, sim, foi suicídio por enforcamento. Permanecem no campo da especulação as razões do ato extremo.



        A ideia de forjar o laudo necrológico teria sido partilhada por autoridades governamentais e familiares do inventor. A família teria insistido na dispensa da autópsia, e, para a polícia, ceder a esse pedido seria atitude humanitária e honrosa, opinião também do governo paulista, que teria impedido a abertura de um inquérito. Ajeitados os trâmites, a fraude ficou, e a verdade só aos poucos foi sendo descoberta.


          Tanto cuidado se justificava, então, pela importância de Alberto Santos Dumont. Até aquele momento, brasileiro nenhum havia tido tamanha expressão internacional. Não bastasse ser genial, era ainda rico e alinhado conforme a moda do tempo – ou melhor, à frente dela, dado que seu lado inventivo se manifestou também no estilo de roupa e acessórios que usava.


          Hoje se diz, com base em relatos, que o glamour que o aviador esbanjava escondeu por décadas episódios de depressão profunda ou de uma doença psíquica mais grave – e incontrolável para a medicina da primeira metade do século XX, como seria o caso de transtorno bipolar. Não há ainda hoje um diagnóstico fechado, apenas a evidência de que essa pode ser sido uma causa importante, entre outras, para que cometesse suicídio.



        Que havia uma doença psíquica a atormentá-lo, disso não há dúvidas. Cartas, internações repetidas na Europa, recibos de compra de remédios e de consultas a psiquiatras indicam esse estado, presente em quase toda a sua maturidade – entre 1910 e 1932. Os documentos pertencem hoje ao acervo da Aeronáutica.



          No dia da morte, Santos Dumont havia aproveitado a natureza: conta-se que deu um passeio pela linda praia de Pitangueiras, andou de charrete e retornou ao hotel para almoçar. Passou pelo quarto e de lá não desceu. Funcionários do hotel o encontraram já morto.


Trecho do documento


Laudo necrológico do legista Roberto Catunda


“Guarujá – Alberto Santos Dumont – 23-julho-1932. Alberto Santos Dumont – Brasileiro, branco, solteiro, com 59 anos de idade, inventor. Ao que consta, foi encontrado morto em um dos apartamentos do hotel de La Plage, no Guarujá, onde residia. Trata-se do cadáver de um homem de estatura mediana e de constituição regular, ainda em estado de fl acidez muscular. Veste terno de casimira preta, gravata preta e calça botinas pretas. Não encontramos pelo corpo vestígio de lesão traumática. A morte se deu por colapso cardíaco”.



Fonte: História Viva

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nova versão para o acidente com Juscelino Kubitschek



Comissão Nacional da Verdade contesta versão da Comissão Municipal de São Paulo.

          Depois que a Comissão Municipal da Verdade de São Paulo retomou o debate sobre a morte de Juscelino Kubitschek e divulgou um documento, em dezembro do ano passado, “declarando o assassinato do ex-presidente, vítima de conspiração, complô e atentado político na Rodovia Presidente Dutra, em 22 de agosto de 1976”, agora será a vez de a Comissão Nacional da Verdade (CNV) se pronunciar oficialmente. E, para surpresa dos vereadores paulistanos, os integrantes da CNV deverão se manifestar contra a conclusão dos colegas. De acordo com o perito Sérgio de Souza Leite, responsável pelos trabalhos técnicos do acidente nos anos 1970, a presidência da CNV emitirá a opinião dela em breve. Os dois peritos da Comissão Nacional da Verdade Mauro Yared e Pedro Cunha se encontraram com Leite para informar a decisão que será anunciada pelo grupo.





          “Fui procurado aqui no Rio de Janeiro pelos peritos da presidência da comissão e eles mostraram que já estavam com tudo a favor da gente (da perícia oficial do caso). Eles fizeram algumas perguntas adicionais e disseram que a comissão vai soltar um parecer”, contou Leite, acusado pelos vereadores de São Paulo de ter fraudado os trabalhos periciais. Em resposta, o perito entrará com uma ação criminal na Justiça contra os parlamentares da capital paulista.

          Leite e o ex-diretor do Instituto Carlos Éboli, da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Roberto de Freitas Villarinho deverão prestar depoimento na CNV confirmando os trabalhos que fizeram apontando que a morte de JK foi resultado de um acidente automobilístico. O médico legista Márcio Alberto Cardoso, um dos responsáveis pela exumação do corpo do motorista de JK Geraldo Ribeiro em 1996, também deverá ser convidado a falar.