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quarta-feira, 3 de abril de 2013

45 anos do assassinato de Martin Luther King.





Uma das personalidades mais marcantes do século XX morreu há 45 anos, assassinado por James Earl Ray, a 4 abril de 1968 , quando estava na janela de um quarto de hotel em Memphis, estado do Tennessee, onde fora para liderar uma marcha de protesto de apoio à greve dos trabalhadores de recolha do lixo. Ele tinha um sonho. Sacrificou-se em nome dele e da igualdade racial. Partilhava ideais de justiça, da não violência e amor ao próximo, inspirado em outro grande mestre da paz, Gandhi.

Martin Luther King Jr. foi pastor, doutor em teologia e ativista político. Tornou-se um dos mais importantes líderes do ativismo pelos direitos civis (para negros e mulheres, principalmente) através de campanhas de não-violência e de amor ao próximo, influenciado pelas idéias de desobediência civil não-violentas de Mahatma Gandhi.


O apóstolo da não-violência sonhava com uma sociedade racialmente igualitária à qual a minoria afro-descendente estaria plenamente integrada. Sua luta pelos direitos civis, as manifestações em marchas pacíficas, como a de 25 de agosto de 1963 sobre Washington que reuniu 250 mil pessoas, despertou a consciência do país para uma participação enfática na instauração de uma sociedade mais justa. Sua ação lhe valeu o prêmio Nobel da Paz de 1964.



Pouco depois das 6 horas da tarde de quatro de abril de 1968, Martin Luther King Jr. foi ferido mortalmente por uma arma de fogo quando se encontrava na sacada do 2º andar do Lorraine Motel em Memphis. O líder dos direitos civis estava na cidade para apoiar a greve dos trabalhadores em serviços sanitários e ia jantar quando um projétil o atingiu no queixo e rompeu sua medula espinhal. King foi declarado morto logo depois de sua chegada a um hospital local. Tinha 39 anos.

Ao longo dos anos, o crime foi por diversas vezes reexaminado e se chegou sempre às mesmas conclusões: James Earl Ray matou Martin Luther King. Um comitê nomeado pelo Congresso reconheceu que podia ter havido uma conspiração mas não havia provas para sustentar a tese. Sobrepondo-se às provas contra ele – impressões digitais no rifle e sua estada na casa de pensão na noite de 4 de abril, Ray tinha uma razão definitiva para assassinar King: ódio racial. Ray morreu em 1998.



1968, O Assassinato de Martin Luther King - Testemunha da História



Fonte:

Opera Mundi - UOL


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