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domingo, 24 de março de 2013

410 anos da morte de Elizabeth I e o fim da Dinastia Tudor.

No dia 24 de março de 1603,  falecia a última princesa do Renascimento, fundadora da Inglaterra moderna. Em seu último suspiro, fora o corpo humano da rainha que morrera, mas não o seu “eu” político, que era divino, e, portanto, permaneceria vivo para sempre.







Chamada de A Rainha Virgem, Isabel I (1553-1603) foi rainha da Inglaterra e Irlanda entre 1558 e 1603 e governou um país dividido por questões religiosas. Logo no início do reinado restabelece o Protestantismo e a Igreja Anglicana na Inglaterra e persegue católicos e membros da seita presbiteriana dos puritanos. Temendo conspirações dos católicos, aprisiona e manda decapitar em 1587 Mary Stuart, sua prima e rival, rainha católica da Escócia, o que serve de pretexto para o rei católico Felipe II, da Espanha, declarar guerra, embora a razão principal fosse o combate às incursões inglesas nos territórios coloniais espanhóis.


A vitória sobre a frota espanhola, a Invencível Armada, em 1588, abre caminho para a Inglaterra se tornar potência colonizadora do Novo Mundo e estabelecer sua supremacia marítima. Seu reinado ficou conhecido como "a época de ouro" e foi marcado pelo desenvolvimento do comércio e da indústria, o renascimento das artes e a liberação dos costumes. 





A Bolsa de Londres se torna um dos principais centros financeiros da Europa e iniciou-se a colonização norte-americana, sob as ordens de Walter Raleigh e Humphrey Gilbert. Escritores como William Shakespeare, Christopher Marlowe e Ben Jonson surgiram nesse período e Francis Bacon apresentou seus pontos de vista filosóficos e políticos . Elizabeth enfrentou a oposição do Parlamento, ao final do seu reinado, por conceder as chamadas Cartas de Privilégio a companhias de comércio . Não tendo se casado, a Coroa ficou sem herdeiros diretos e ela se recusou a apontar seu sucessor.








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